No dia 11 de março de 1962, nascia na pacata cidade de Osvaldo Cruz, no Interior de São Paulo, a mais ilustre filha. Era Maria Paula Gonçalves da Silva, a Magic Paula, do basquete, claro. Por 26 anos, a filha do Seu Beto e Dona Ilda, brilhou nas quadras, em clubes e por 21 anos na Seleção Brasileira. E ao lado da rainha Hortência, popularizou o basquete feminino no País. Ao completar 50 anos neste domingo (11), com 12 anos de ausência nas quadras - a última temporada como jogadora foi em 2000 no BCN/Osasco, ela continua um ídolo do esporte. Hoje Magic Paula é comentarista da TV Record e dirigindo o Instituto Passe de Mágica, responsável pela gestão dos projetos do Programa Petrobras Esporte e Cidadania e Esporte de Rendimento junto ao Ministério dos Esportes.
Enquanto defendeu a Seleção Brasileira, Paula foi um exemplo de dedicação, amor e responsabilidade. Por mais de 21 anos, ao lado de Hortência e Cia, fez parte de um grupo que levantou o basquete feminino no País. Sua primeira convocação para a Seleção Brasileira, foi em 1977 para disputar o Campeonato Sul-Americano, onde perdeu a final para a equipe peruana. Sua última participação na Seleção que foi o Mundial de 1998, um ótimo quarto lugar na Alemanha. Em partidas oficiais, Paula é a jogadora que mais atuou pela Seleção Brasileira, com 150 partidas, sendo a segunda maior pontuadora - a primeira foi Hortência -, com 2.537 mil pontos, com uma média de 16,9 pontos por partida.
Nos quase 22 anos na Seleção Brasileira, Magic Paula bateu também o recorde de ser a única jogadora a disputar até agora seis mundiais e seis Sul-Americanos (ganhou cinco).
"Tive a sorte de participar de uma boa geração que apanhou muito. Sofreu muitas derrotas, mas quando criou maturidade, obteve resultados importantes", afirma.
Passes mágicos, velocidade e uma precisão incrível nos arremessos de três pontos, Magic Paula se notabiliou também pela garra. Foi sem dúvida alguma uma das maiores responsáveis pela conquista da medalha de ouro no Pan de Cuba, em 1991, com a vitória do Brasil sobre Cuba (97 a 76) sob olhares de Fidel Castro. Depois, em 1994, ajudou a Seleção Brasileira a conquistar o título inédito de campeã mundial na Austrália. Dois anos depois, medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta. Encerrou a carreira na Seleção em 1998, no Mundial da Alemanha, quando por pequenos detalhes, a equipe deixou escapar uma medalha.
Aos 50 anos, dos quais 26 dedicados ao basquete, começando em Assis, em 1974 até o BCN/Osasco, em 2000, Magic Paula deixou um legado do basquete jogado e com muita categoria invejável.
Incentivou milhares de meninas a seguir no esporte, longe das drogas. Até hoje no Projeto Social apoiado pela Petrobras, ela continua realizando uma missão importante para o esporte. Tirarando as crianças mais carentes da rua para a para a prática do esporte. "Não tenho nada que reclamar por tudo que a vida, o esporte e o basquete me ofereceu. Se voltasse ao tempo faria tudo de novo. Só tenho que agradecer tudo e a todos. Desde ao primeiro primeiro até o último técnico, aos clubes e aos dirigentes e as torcidas que sempre me apoiaram", disse Paula.
A craque que nasceu em Osvaldo Cruz é a segunda de quatro irmãs do casal Beto e Ilda. Todas Marias: Cassia Maria, Maria Paula, Maria José e Maria Angélica, a Branca. Magic Paula e Branca seguiram no basquete, tornando duas grandes jogadoras do basquete brasileira.
Enquanto defendeu a Seleção Brasileira, Paula foi um exemplo de dedicação, amor e responsabilidade. Por mais de 21 anos, ao lado de Hortência e Cia, fez parte de um grupo que levantou o basquete feminino no País. Sua primeira convocação para a Seleção Brasileira, foi em 1977 para disputar o Campeonato Sul-Americano, onde perdeu a final para a equipe peruana. Sua última participação na Seleção que foi o Mundial de 1998, um ótimo quarto lugar na Alemanha. Em partidas oficiais, Paula é a jogadora que mais atuou pela Seleção Brasileira, com 150 partidas, sendo a segunda maior pontuadora - a primeira foi Hortência -, com 2.537 mil pontos, com uma média de 16,9 pontos por partida.
Nos quase 22 anos na Seleção Brasileira, Magic Paula bateu também o recorde de ser a única jogadora a disputar até agora seis mundiais e seis Sul-Americanos (ganhou cinco).
"Tive a sorte de participar de uma boa geração que apanhou muito. Sofreu muitas derrotas, mas quando criou maturidade, obteve resultados importantes", afirma.
Passes mágicos, velocidade e uma precisão incrível nos arremessos de três pontos, Magic Paula se notabiliou também pela garra. Foi sem dúvida alguma uma das maiores responsáveis pela conquista da medalha de ouro no Pan de Cuba, em 1991, com a vitória do Brasil sobre Cuba (97 a 76) sob olhares de Fidel Castro. Depois, em 1994, ajudou a Seleção Brasileira a conquistar o título inédito de campeã mundial na Austrália. Dois anos depois, medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta. Encerrou a carreira na Seleção em 1998, no Mundial da Alemanha, quando por pequenos detalhes, a equipe deixou escapar uma medalha.
Aos 50 anos, dos quais 26 dedicados ao basquete, começando em Assis, em 1974 até o BCN/Osasco, em 2000, Magic Paula deixou um legado do basquete jogado e com muita categoria invejável.
Incentivou milhares de meninas a seguir no esporte, longe das drogas. Até hoje no Projeto Social apoiado pela Petrobras, ela continua realizando uma missão importante para o esporte. Tirarando as crianças mais carentes da rua para a para a prática do esporte. "Não tenho nada que reclamar por tudo que a vida, o esporte e o basquete me ofereceu. Se voltasse ao tempo faria tudo de novo. Só tenho que agradecer tudo e a todos. Desde ao primeiro primeiro até o último técnico, aos clubes e aos dirigentes e as torcidas que sempre me apoiaram", disse Paula.
A craque que nasceu em Osvaldo Cruz é a segunda de quatro irmãs do casal Beto e Ilda. Todas Marias: Cassia Maria, Maria Paula, Maria José e Maria Angélica, a Branca. Magic Paula e Branca seguiram no basquete, tornando duas grandes jogadoras do basquete brasileira.
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