Já
escrevi sobre o time titular da seleção brasileira masculina de basquete, mas
não dei os créditos ao maestro. Não é exagero dizer que, atualmente, a equipe
principal é “Marcelinho Huertas e mais quatro”. Contra os Estados Unidos, no
amistoso da última segunda-feira (16), Huertas mostrou seu potencial contra os
principais defensores do mundo.
Sua
habilidade foi comentada por todos os que assistiram ao duelo e elogiada por
muitos americanos, incluindo jornalistas especializados. Aos 29 anos, ele vive
seu auge. Especulou-se sua ida para a NBA e aí entra o dilema: vale a pena
abrir mão do seu contrato milionário com o Barcelona e o prestígio de ser uma
referência em sua posição na Europa para tentar a sorte na liga americana?
Indo
para a NBA, Huertas seria um forasteiro que, apesar da moral no Velho Continente,
teria muito a provar. Tiago Splitter é um exemplo. De melhor pivô da Europa
para o banco e poucos minutos em quadra no San Antonio Spurs. Entram em cena
muitos fatores – no caso de Tiago, seu time tem uma estrela em sua posição (Tim
Duncan) e um técnico enjoado (Gregg Popovich).
Nesta
balança NBA x Europa, não há muito peso para Huertas tentar a primeira opção. A
não ser que fosse pelo desafio. E eu gostaria que ele arriscasse. Vamos esperar
para ver.
0 comentários:
Postar um comentário